BisonConvey

ESTEIRAS TRANSPORTADORAS COM ABA LATERAL

ESTEIRAS TRANSPORTADORAS COM ABA LATERAL CORRUGADA
ESTEIRAS TRANSPORTADORAS COM ABA LATERAL CORRUGADA detail
TRANSPORTE EM ÂNGULO ÍNGREME

ESTEIRAS TRANSPORTADORAS COM ABA LATERAL CORRUGADA

As esteiras transportadoras com aba lateral corrugada da BisonConvey são projetadas para aplicações de transporte em ângulo íngreme e vertical onde esteiras planas convencionais não podem operar. Abas laterais flexíveis e corrugadas e ressaltos transversais em T são vulcanizados sobre a esteira base, criando compartimentos fechados que evitam o derramamento de material em ângulos de até 90°.

Essas esteiras são a solução ideal para instalações com espaço limitado, onde a distância horizontal de transporte é limitada. Elas podem percorrer trajetos complexos incluindo subidas, descidas e trechos horizontais em uma única esteira — eliminando múltiplos pontos de transferência e reduzindo a degradação do material.

  • ISO 9001:2015
  • SGS Certified
  • CE
  • OHSAS 18001
  • ISO 14001
  • · 30+ Países
  • · Desde 2005

TECHNICAL DATA

Altura da Aba60 mm – 400 mm
Tipos de RessaltoPerfis T, TC, C, S
Altura do Ressalto40 mm – 360 mm
Largura da Esteira Base400 mm – 2.400 mm
Largura Efetiva200 mm – 2.000 mm
Ângulo de Transporte0° – 90°
Temp. de Operação-30 °C a +150 °C (resistente ao calor)
CapacidadeAté 6.000 t/h

WHY CHOOSE THIS PRODUCT

  • Ângulos de transporte de 0° a 90° em um único sistema de esteira
  • Abas laterais corrugadas flexíveis mantêm a vedação em curvas e transições
  • Perfis de ressalto em T criam compartimentos fechados que evitam derramamento
  • Elimina múltiplos pontos de transferência — reduz a degradação do material
  • Disponível com compostos resistentes ao calor até 150 °C
  • Configurações personalizadas de aba lateral e ressalto para fluxos específicos de material

APPLICATIONS

Elevação VerticalLocais com Espaço LimitadoUsinas de EnergiaCimentoSiderúrgicasPortos

Como Ler a Especificação de uma Correia com Bordas Onduladas

Uma correia com bordas onduladas é um conjunto, não um componente único: uma correia base plana, bordas onduladas flexíveis vulcanizadas nas duas laterais e taços transversais entre elas. Cada parte é especificada separadamente. Uma especificação típica é B 800 · SW 160 · TC 160 · EW 500 · 0-90°.

B 800
Largura da correia baseA largura da correia plana inferior, de 400 mm a 2400 mm. É essa correia que suporta toda a tração — as bordas e os taços não suportam nenhuma. É também a largura à qual seus tambores e roletes devem se adequar.
SW 160
Altura da borda onduladaAltura da borda ondulada, de 60 mm a 400 mm. Junto com a largura efetiva, define a área de seção transversal disponível para o material e, portanto, a capacidade.
TC 160
Tipo e altura do taçoPerfil do taço transversal — T, TC, C ou S — e sua altura, de 40 mm a 360 mm. O taço divide a calha em bolsões para que o material não deslize de volta em ângulos acentuados.
EW 500
Largura efetiva de transporteA largura livre entre as duas bordas onduladas, de 200 mm a 2000 mm. Sempre menor que a largura base. É esse valor — e não a largura base — que se usa para calcular a capacidade.
0-90°
Faixa de ângulo de transporteUma única correia pode percorrer trechos horizontais, inclinados e verticais em um caminho contínuo, que é justamente o objetivo do projeto: eliminar pontos de transferência em vez de encadear transportadores.

A distinção entre largura base e largura efetiva é o campo mais mal interpretado em uma especificação de correia com bordas onduladas. Uma correia B 800 não transporta material em 800 mm — as bordas ocupam as laterais. Cote e calcule pela largura efetiva.

Guia de Seleção de Correias com Bordas Onduladas

As correias com bordas onduladas resolvem um problema que nenhuma outra resolve: elevação acentuada ou vertical em espaço restrito. Também custam consideravelmente mais que as alternativas, portanto o passo 1 importa tanto quanto os demais.

  1. Confirme que o ângulo realmente exige bordas onduladas

    Abaixo de cerca de 40°, uma correia chevron faz o mesmo serviço por um custo bem menor e com manutenção mais simples. As bordas onduladas justificam seu custo na faixa de 40-90°, ou onde o espaço disponível obriga a uma elevação quase vertical impossível para um transportador inclinado. Se você está em 30°, especifique chevron.

    Verifique o ângulo de inclinação necessário
  2. Calcule a capacidade pela largura efetiva, nunca pela base

    As bordas onduladas consomem largura nas duas laterais. A capacidade decorre da seção do bolsão formada pela largura efetiva, pela altura da borda e pelo espaçamento dos taços. Dimensionar pela largura base superestima muito a vazão e é o erro de especificação mais comum nessas correias.

    Calcule a capacidade do transportador
  3. Defina a altura da borda pela seção necessária

    Bordas mais altas transportam mais por metro, mas acrescentam massa, custo e rigidez à correia. Parta da vazão que você realmente precisa na velocidade viável, em vez de adotar por padrão a borda mais alta disponível. Lembre-se de que uma borda mais alta também é mais difícil de conduzir por curvas fechadas.

  4. Escolha o perfil do taço conforme material e ângulo

    Os perfis T e TC formam os bolsões mais profundos e retêm material nos ângulos mais acentuados. Os perfis C e S são mais suaves com o material e liberam produto pegajoso com mais facilidade. Quanto mais íngreme o percurso e mais fluido o material, mais taço é necessário.

  5. Verifique diâmetros de tambor e raio mínimo de curva

    Uma correia com bordas tem limites geométricos que uma correia plana não tem: a borda ondulada precisa flexionar em torno de cada tambor e transição sem trincar. Confirme o diâmetro mínimo de tambor para a carcaça base e os raios côncavo e convexo mínimos exigidos pelo traçado antes de fechar o arranjo.

    Verifique o diâmetro mínimo do tambor

Erros Comuns de Especificação

Quatro erros recorrentes em consultas sobre correias com bordas onduladas. Os dois primeiros custam caro já na cotação; os dois seguintes só aparecem depois da instalação.

  • Calcular a capacidade pela largura base em vez da efetiva

    O erro mais comum nessas correias. Cotar vazão com base numa largura B 800 quando o canal livre entre as bordas onduladas é de cerca de 500 mm superestima gravemente a capacidade. Calcule sempre pela largura efetiva e deixe claro na RFQ qual valor está sendo cotado.

  • Especificar bordas onduladas onde uma chevron bastaria

    As correias com bordas onduladas custam bem mais que as chevron e são mais complexas de emendar e manter. Abaixo de cerca de 40°, a chevron faz o mesmo serviço. As bordas justificam seu preço quando o ângulo supera o que os taços conseguem reter, ou quando o espaço obriga a elevação quase vertical — não como melhoria genérica.

  • Fixar a geometria do transportador antes de verificar os raios mínimos

    A borda ondulada precisa flexionar em cada transição côncava e convexa. Arranjos desenhados para caber em um prédio e depois enviados para cotação às vezes exigem raios menores do que a altura de borda escolhida suporta. Estabeleça primeiro os limites de raio e projete o traçado dentro deles.

  • Negligenciar a zona de alimentação

    O material precisa ser colocado nos bolsões em trecho horizontal ou de baixa inclinação, com saias compatíveis com o perfil da borda. Alimentar diretamente em trecho íngreme, ou usar saias genéricas que atritam a borda ondulada, provoca derramamento, desgaste acelerado da borda e falha prematura de uma correia por outro lado corretamente especificada.

PERGUNTAS FREQUENTES

Uma correia com bordas onduladas transporta mesmo na vertical a 90°?

Sim. As bordas onduladas e os taços transversais formam bolsões fechados que retêm o material contra a gravidade, de modo que a elevação vertical real é viável. O que se exige é uma zona de alimentação bem projetada — o material precisa ser carregado nos bolsões no trecho horizontal ou de baixa inclinação antes de a correia subir, e não despejado sobre uma correia já vertical.

Por que a largura efetiva é menor que a largura da correia base?

Porque as bordas onduladas são vulcanizadas nas laterais da correia base e ocupam esse espaço. Em uma correia B 800 com bordas de 160 mm, o canal livre entre as bordas pode ficar em torno de 500 mm. O material trafega apenas nesse canal livre, portanto todos os cálculos de capacidade devem usar a largura efetiva.

Bordas onduladas ou chevron — onde fica a divisão?

Aproximadamente 40°. Abaixo disso, uma correia chevron atende ao serviço por um custo bem menor e é mais simples de limpar e manter. Acima disso, os taços sozinhos não impedem o material de deslizar de volta e são necessários bolsões fechados. As bordas também vencem sempre que o local simplesmente não tem espaço para o trecho horizontal que um transportador inclinado exigiria.

Uma única correia pode ir horizontal, depois inclinada e horizontal de novo?

Sim, e essa é a principal razão para escolher esse projeto. Uma correia contínua pode ter um trecho horizontal de carregamento, uma elevação íngreme ou vertical e um trecho horizontal de descarga. Isso elimina os pontos de transferência que um sistema encadeado exigiria — e com eles o derramamento, a poeira e a degradação do material que ocorrem em cada transferência.

O que limita o traçado — a correia faz qualquer curva?

Não. A borda ondulada precisa flexionar em cada curva sem trincar, portanto existem raios côncavo e convexo mínimos para cada altura de borda. Bordas mais altas são mais rígidas e exigem raios maiores. Estabeleça esses limites com o fornecedor antes de fixar a geometria do transportador, pois um arranjo desenhado sem eles pode simplesmente não ser construível.

Como se emendam as correias com bordas onduladas?

A correia base é emendada por vulcanização de forma convencional. As bordas e os taços são então unidos separadamente ao longo da emenda, para que a borda ondulada permaneça contínua e os bolsões não sejam interrompidos na junta. É um procedimento mais elaborado que a emenda de uma correia plana e deve ser executado por equipe experiente nessa construção.

FICHA TÉCNICA DO PRODUTO

Baixe a ficha técnica de ESTEIRAS TRANSPORTADORAS COM ABA LATERAL CORRUGADA

Especificações completas, tipos de cobertura, classes de tensão e recomendações de aplicação — um PDF para compartilhar com sua equipe de engenharia ou compras.

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